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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Licenciatura concluída

É oficial: sou uma recém-licenciada e sou mais uma das que acaba com esperança de conseguir vir a trabalhar na sua área, de preferência, sem ter de esperar muito por isso! Foram três anos que passaram a correr, mas sabe bem acabar em alta e com a sensação de ver o meu esforço reconhecido. Fica na história o meu sorriso de licenciada!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Livro - Culturas e Organizações - Compreender a nossa programação mental

Adoro livros de ficção: romances históricos, policiais, dramas, lamechas... Mas, com as leituras que é preciso fazer para a escola, já desde o Secundário que deixei de ter este hábito de ler. Contínuo a gostar muito e aproveito as férias para ler qualquer coisinha, visto que a minha lista de "livros a ler" continua enorme e ainda tenho uns clássicos a chamar por mim cá em casa! Por enquanto, em tempo de aulas, dedico-me às leituras técnicas e científicas (e chatas) que são necessárias para me licenciar. No entanto, li um livro para o meu trabalho de Seminário que achei muito interessante e onde pude descobrir algumas curiosidades sobre a área profissional que pretendo seguir. Tudo isto para dizer que encontrei um livro de não-ficção, recomendado pela Orientadora do meu trabalho, que é de facto um bom livro para se ler, também, por lazer. Não é uma história, como um romance seria, mas não é mais um debitar de informação como outros tantos livros utilizados no âmbito escolar. Não agradará às massas, mas eu recomendo para quem se interessar pela temática das culturas nacionais e organizacionais. O seu autor, que creio (e concluí isto através da leitura do livro) ser holandês, chama-se Geert Hofstede.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Estado de guerra: sobrevivência garantida

Os últimos meses têm sido do mais divertido que se pode imaginar: frequências de fazer e chorar por mais, trabalhos que mereciam festas em sua homenagem, exames de melhoria tão lindos como sorrisos de crianças... A cereja no topo do bolo são as notas que não reflectem o meu esforço durante o último semestre. Alguém, por favor, pode explicar aos senhores Professores que as notas que nos dão são apenas avaliações quantitativas que aparecem na pauta e não notas de euros? Com tanta mudança no sistema de avaliação que ocorre anualmente na minha Faculdade, eu até entendo que eles fiquem na dúvida em relação ao que dão aos alunos, mas deviam ser esclarecidos. Ou então eu devia ser esclarecida, porque se calhar a pauta passou a ser de 0 a 16, e eu pensava que ainda se funcionava com 20 valores.
Anyway, missão cumprida! Todas as cadeiras feitas, notas entre os 13 e os 16 valores (poderia ter sido melhor, mas aguardemos pela eventual explicação relativamente à escala de notas), mais um ano passado, 120 ECTS e descanso e férias mais que merecidos!
C ya!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Solidariedade para comigo II - Não morri (ainda)

O semestre avança mas parece que não. O tempo voa e eu vejo-me sem tempo para fazer tudo o que tenho para fazer, desde estudar, até fazer trabalhos! O pior de tudo é que, ao olhar para trás - para as frequências já feitas, para os trabalhos já entregues, para as apresentações já realizadas - não sinto que tenha feito muita coisa. Mas isso pode dever-se ao facto de me faltar concluir ainda tantas outras coisas. Acho que só quando o semestre acabar vou conseguir dar o devido valor ao meu esforço...
Por enquanto, vou tentando não desistir com a pressão toda (este semestre é, sem dúvida, o pior que já vivi! Só o desejo a certas pessoas, mas não digo a quem). E aposto que vão ser derramadas lágrimas: se não for num dia em que esteja muito em baixo e desmotivada, será no fim de tudo, com lágrimas de alegria. Esperemos que seja o último.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Solidariedade para comigo (trabalhos, frequências, trabalhos, apresentações, frequências, trabalhos...)

Gostava de ter podido vir cá antes, mas a faculdade tirou-me o tempo e a inspiração. Na verdade, nem sequer cá venho dizer nada de especial. Vinha só dizer que estou viva, apesar de todo o trabalho que tenho ser de morte: em seis cadeiras, cinco frequências, seis trabalhos, cinco apresentações e um mini-teste é o que ainda me falta fazer (sim, ainda, porque já fiz outras coisas). Não tenho podido ler um livrinho (sem contar com a bibliografia das cadeiras), nem ver um filmezinho ou uma série daquelas que eu amo de paixão e as idas ao Starbucks são para estudar quando a Faculdade está fechada. Este semestre vai ser o meu fim! Por favor, parem o tempo!

segunda-feira, 15 de março de 2010

O regresso

Após a primeira semana de aulas, devo dizer que já me sinto exausta. Estou a gostar das aulas e já sinto com grande entusiasmo o desafio proposto pelas cadeiras que se adivinham mais difíceis e trabalhosas do que as dos semestres anteriores! Mas o meu organismo parece estar demasiado habituado à calma dos dias da pausa semestral: tenho fome durante as aulas, sinto-me satisfeita quando tento comer nos intervalos, tenho sono durante as aulas, estou bem desperta às horas em que me deveria deitar (mesmo tendo de acordar cedo todos os dias, não consigo adormecer a horas decentes). Fora isto, tudo vai bem. Gostaria de tentar puxar por mim mesma e dizer entusiasmada, como dizia no semestre passado, que vou ter 16 a todas as cadeiras. Infelizmente, não me parece muito provável que vá acontecer, mas mais vale não pôr de lado essa hipótese e mantê-la no topo da lista dos meus objectivos!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Balões e foguetes pelo ar!

E que a garrafa de champanhe seja, então, toda aberta! Copos, venham eles! Brindemos ao sucesso, que soube hoje que passei a todas as cadeiras deste semestre. Uma delas bem que se fez difícil, mas eu consegui! Posso, portanto, dizer que ainda não foi desta que fiquei com cadeiras penduradas. Venha mais um semestre!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Que se abra meia garrafa de champanhe

Andei desaparecida durante algum tempo, mas estava à espera dos resultados dos meus dois exames. O segundo round resultou em 1-1, o que significa que passei numa e voltei a não passar, para não dizer a palavra feia "chumbar", noutra. E posso agradecer ao professor das duas cadeiras (sim, é o mesmo) a persistência que teve comigo e com alguns colegas durante o exame da cadeira a que passei. Quando nós íamos entregar a prova. O professor dava uma olhadela rápida ao exame e mandava-nos de volta para a cadeira, dizendo que havia perguntas fáceis que não estavam respondidas e puxava por nós: «Então não sabe responder a esta? Esta só aqui está para vos ajudar! Ponha-se na situação do investigador, o que faria no lugar dele?». E, depois de dizermos uma palavrinha com aquela entoação de dúvida, ele dizia: «Está a ver como sabe? Agora vá lá sentar-se e escrever isso.»
Assim, estou mais aliviada mas tenho ainda um recurso a fazer. Contudo dou-me a liberdade de abrir "meia-garrafa" de champanhe (a tal garrafa hipotética). A outra metade virá quando me livrar desta cadeira que insiste em ser a única a perturbar o meu percurso académico!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Resultados estatísticos actualizados

O estudo para as cadeiras a que não passei na primeira ronda, ou seja, na avaliação contínua, não me tem dado muito tempo para cá vir. Mas agora que já conheço os resultados de todas as cadeiras deste semestre aqui fica o resultado do primeiro round do desafio Eu vs Professores Maus:

4-2

Ahah, pois é! Passei às outras quatro cadeiras e as notas nem foram muito más, situando-se entre os 14 e os 16 valores. Não sei se foi sorte que um comentário que fizeram ao meu último post me trouxe, mas se foi obrigada! Se não foi, obrigada por um poema tão bonito e animado!
Quando souber o resultado do segundo round, que é como quem diz "exames às cadeiras a que não passei", divulgo aqui. Não estou demasiado optimista, mas espero ter motivos para abrir uma garrafa metafórica de champanhe!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Férias?? Só se fores tu!

Pois é, a minha faculdade gosta de surpresas e, em 2009, resolveu antecipar os presentes de Natal para Novembro, dando a todos os alunos e professores (ou, pelo menos, aos que não estão envolvidos nas decisões académicas) a grande novidade acerca da avaliação do presente ano lectivo. As frequências teriam de ser antecipadas cerca de um mês e realizadas imediatamente a seguir às datas de entrega dos trabalhos, porque a avaliação deveria estar concluída no dia 8 de Janeiro. Depois das frequências quase todas feitas (com pouco tempo de preparação para elas, seja aqui bem sublinhado), chega o ano de 2010 e, com ele, outra novidade: afinal a avaliação pode ser dada até à semana seguinte. Muito bem, eu que até sou uma rapariga de ir às aulas e fazer os trabalhos todos, eu que dei cabo dos olhos, do cérebro e da coluna a estudar para as frequências de Dezembro, vejo agora que podia ter estudado nas férias do Natal, como aliás já tinha planeado no início do semestre, e feito as frequências na primeira semana de Janeiro. E vejam só que as duas únicas notas que já conheço são negativas. Ou seja, toda aquela campanha de ter as frequências mais cedo equivaler a mais tempo de férias é uma grande treta no meu caso. Até poderia ter dois meses de férias, mas agora tenho é duas semana de estudo (e escapadelas ao blog, se tiver tempo durante a semana). E já estou à espera de mais más notícias, porque houve outras frequências que correram tão bem, ou tão mal, como estas duas. Mas já que não tenho férias, pelo menos no mês de Janeiro, por causa de duas cadeiras, se tiver que ser, que venham as outras negativas cedo, porque sempre tenho algum tempinho para cortar os pulsos, dar uma cabeçada na parede, berrar, ter vontade de atropelar um veado e acalmar-me, sentar-me à secretária e estudar para todas. Por enquanto, duas negativas em seis cadeiras não está (muito) mau. As próximas estatísticas virão assim que tiver mais novidades.