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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Estado de guerra: sobrevivência garantida

Os últimos meses têm sido do mais divertido que se pode imaginar: frequências de fazer e chorar por mais, trabalhos que mereciam festas em sua homenagem, exames de melhoria tão lindos como sorrisos de crianças... A cereja no topo do bolo são as notas que não reflectem o meu esforço durante o último semestre. Alguém, por favor, pode explicar aos senhores Professores que as notas que nos dão são apenas avaliações quantitativas que aparecem na pauta e não notas de euros? Com tanta mudança no sistema de avaliação que ocorre anualmente na minha Faculdade, eu até entendo que eles fiquem na dúvida em relação ao que dão aos alunos, mas deviam ser esclarecidos. Ou então eu devia ser esclarecida, porque se calhar a pauta passou a ser de 0 a 16, e eu pensava que ainda se funcionava com 20 valores.
Anyway, missão cumprida! Todas as cadeiras feitas, notas entre os 13 e os 16 valores (poderia ter sido melhor, mas aguardemos pela eventual explicação relativamente à escala de notas), mais um ano passado, 120 ECTS e descanso e férias mais que merecidos!
C ya!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Balões e foguetes pelo ar!

E que a garrafa de champanhe seja, então, toda aberta! Copos, venham eles! Brindemos ao sucesso, que soube hoje que passei a todas as cadeiras deste semestre. Uma delas bem que se fez difícil, mas eu consegui! Posso, portanto, dizer que ainda não foi desta que fiquei com cadeiras penduradas. Venha mais um semestre!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Que se abra meia garrafa de champanhe

Andei desaparecida durante algum tempo, mas estava à espera dos resultados dos meus dois exames. O segundo round resultou em 1-1, o que significa que passei numa e voltei a não passar, para não dizer a palavra feia "chumbar", noutra. E posso agradecer ao professor das duas cadeiras (sim, é o mesmo) a persistência que teve comigo e com alguns colegas durante o exame da cadeira a que passei. Quando nós íamos entregar a prova. O professor dava uma olhadela rápida ao exame e mandava-nos de volta para a cadeira, dizendo que havia perguntas fáceis que não estavam respondidas e puxava por nós: «Então não sabe responder a esta? Esta só aqui está para vos ajudar! Ponha-se na situação do investigador, o que faria no lugar dele?». E, depois de dizermos uma palavrinha com aquela entoação de dúvida, ele dizia: «Está a ver como sabe? Agora vá lá sentar-se e escrever isso.»
Assim, estou mais aliviada mas tenho ainda um recurso a fazer. Contudo dou-me a liberdade de abrir "meia-garrafa" de champanhe (a tal garrafa hipotética). A outra metade virá quando me livrar desta cadeira que insiste em ser a única a perturbar o meu percurso académico!