segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Cultura - VIK

VIK é uma exposição que recomendo! O seu autor é Vik Muniz, um artista plástico brasileiro, que expõe as fotografias dos seus trabalhos pouco convencionais, isto é, Vik Muniz cria obras de arte com materiais do nosso quotidiano e expõe não esses trabalhos, mas as suas representações fotográficas. Alguns dos materiais a que Vik recorre são: açúcar, terra, poeira, diamantes, linha, arame, chocolate, geleia, manteiga de amendoim, brinquedos, terra, lixo, papel, plasticina, algodão...
A exposição está no Museu Colecção Berardo (mais informações em http://www.museuberardo.com/ e http://www.museuberardo.com/Files/MCB_VIK_2011.pdf).
Vik é claramente dotado de imaginação, criatividade e visão e esta é uma exposição que vale MESMO a pena!

Diamantes
Geleia e manteiga de amendoim, respectivamente
Algodão
Lixo
Açúcar
Brinquedos - soldadinhos
Pequenos recortes de revista (auto-retrato de Vik Muniz)

sábado, 19 de novembro de 2011

Cultura - A perspectiva das coisas. A natureza-morta na Europa - Salvador Dalí

Embora a exposição de que falei anteriormente não tenha muitas peças de Dalí, era, para mim, necessário mostrá-las aqui isoladamente e dar-lhes o destaque que é, na minha opinião, merecido. Por isso, fui ao website da Fundação Calouste Gulbenkian e procurei imagens das obras de Dalí que lá estão expostas. Consegui duas imagens, o que não andará longe do total de peças do artista que de facto estão na exposição. Sem ser muito conhecedora de arte e da obra de Salvador Dalí, consegui perceber, no primeiro segundo em que olhei para as peças que aqui mostro, quem era o seu autor. Mas, diga-se a verdade, não teria conseguido perceber de quem eram, se Dalí não tivesse deixado a sua inconfundível marca e identidade nas suas peças. Não há movimento como o surrealismo; não há surrealismo como o de Dalí. E que pena que eu tenho de não poder vir a conhecer pessoalmente um pouco da sua dose de loucura!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cultura - A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa - Segunda parte: Séculos XIX-XX (1840 - 1955)

Que desleixo da minha parte ter ido a esta exposição na Gulbenkian e nem a ter recomendado aqui. Pois então faço-o agora, com algumas semanas de atraso, mas faço-o! Quem visitar esta exposição (têm até Janeiro para o fazer) poderá ver diversas obras de artistas europeus, incluindo artistas portugueses, com nomes bastante conhecidos: Picasso, Dalí, Monet, Manet, Cézanne, Van Gogh, Gauguin, Matisse, Magritte, entre outros. Vale muito a pena, principalmente porque muitos dos quadros têm pormenores lindos, como parecer que os objectos representados saltam da tela para a realidade, ou que os tecidos pintados têm de facto textura de tecido. A única coisa que lamento é não haver mais obras de Salvador Dalí, o pintor que eu venero tanto quanto é possível a uma pessoa pouco entendida em arte. Mas mais vale ver poucos do que nenhuns e a exposição oferece muita variedade de pintores e muitos obras dignas de serem apreciadas! E não posso deixar de elogiar a parte da fotografia, que, embora pequenina, é muito bonita de se ver! O meu último comentário acerca da exposição só pode ser: se pudesse, tinha trazido umas quantas peças para casa, para poder olhar para elas quando quisesse e durante o tempo que quisesse!


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Livro - Violetas de Março

Violetas de Março foi um dos dois livros que ganhei num passatempo da Editorial Presença no Facebook, neste Verão. Já andava a ler este livro há quase dois meses, não por ser grande, que não é, mas porque comecei o estágio e guardei as minhas leituras para a hora de almoço e para as viagens de metro de casa para o trabalho e do trabalho para casa, quando calhava conseguir sentar-me (viajar de metro nas horas de ponta é praticamente uma garantia de fazer a viagem em pé). Escusado será dizer que o que conseguia ler nessas alturas era praticamente nada!
Contudo, tendo acabado o livro hoje, posso (finalmente) dizer que é um policial recomendável, embora o seu início possa parecer uma típica história de detectives privados. Mas recomendo-o, porque, à medida que esta história passada na Alemanha dos anos 1930 avança, vemos a personagem principal e narrador, um detective privado com ideais opostos aos do Governo e "lata" para não o disfarçar, a trabalhar num caso - encomendado por um homem rico e poderoso - que à primeira vista parece mais simples do que é e que o levará a envolver-se mais do que desejaria, colocando a sua vida em risco e fazendo de tudo para se manter no jogo em que as verdades são só meias-verdades e muita coisa é omitida. Este livro dava um filme, com os seus momentos de acção, romance e dedução.

sábado, 29 de outubro de 2011

Música - Banda Sonora do filme Across The Universe

Across The Universe deve ser o único filme musical de que realmente gosto, porque gosto muito de musicais no teatro, mas dispenso os musicais no cinema (sem contar com as animações)! Toda a história nestes filmes parece ser inventada de propósito para as músicas e isso torna-os, para mim, demasiado artificiais. Exemplos disso: Mamma Mia, Moulin Rouge e tantos outros em que as músicas são excepcionais, mas as histórias extremamente enfadonhas.
No entanto, Across The Universe conta uma história de amor num período de luta (hippie) contra a guerra nos EUA e, embora não seja nada muito complexo, as músicas dos Beatles encaixam perfeitamente nas cenas e nem sequer consigo perceber se foi a ideia da história que levou à escolha das músicas ou se o contrário, o que é, na minha opinião, perfeito num musical! E as personagens têm nomes utilizados nas músicas da banda, o que é outro sinal do bom "casamento" entre a história e a banda sonora. Para além disso, o filme faz muito uso de "metáforas" visuais, se é que lhes posso chamar assim. Veja-se o exemplo da cena em que a personagem de Jim Sturgess espeta morangos na parede, fazendo o sumo vermelho escorrer, lembrando os soldados feridos na guerra. E a presença da Evan Rachel Wood no filme é um motivo bem forte para eu o adorar, uma vez que é das jovens actrizes que mais adoro ver representar, por causa da sua versatilidade.
Mas convém sublinhar que a escolha da banda sonora de Across The Universe para o mês de Novembro se deve ao segundo aniversário do STRAWBERRY FIELDS, uma vez que o próprio nome do blog é inspirado na música dos Beatles. Recomendo: oiçam as músicas e vejam o filme! Ah e um aviso: as músicas estão pela ordem do filme, por isso podem estragar a surpresa para quem o quiser ver.

sábado, 15 de outubro de 2011

Música - Banda Sonora dos filmes de James Bond

Este post é altamente confidencial e a sua leitura só é permitida ao agente 007. Ou não. Este post é simplesmente aquilo que já planeava fazer há algum tempo: mostrar as músicas dos filmes de James Bond de que mais gosto (porque são músicas de que gosto mesmo!). Aqui estão elas, numa playlist com o contraste da cor discreta, misteriosa, séria, sóbria (o que quiserem chamar ao preto) de James Bond e da cor fatal das suas Bond girls.



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domingo, 9 de outubro de 2011

Cinema - Billy Elliot

passaram 11 anos até eu ver finalmente este filme, no Canal Hollywood. Brilhante!