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sábado, 19 de novembro de 2011

Cultura - A perspectiva das coisas. A natureza-morta na Europa - Salvador Dalí

Embora a exposição de que falei anteriormente não tenha muitas peças de Dalí, era, para mim, necessário mostrá-las aqui isoladamente e dar-lhes o destaque que é, na minha opinião, merecido. Por isso, fui ao website da Fundação Calouste Gulbenkian e procurei imagens das obras de Dalí que lá estão expostas. Consegui duas imagens, o que não andará longe do total de peças do artista que de facto estão na exposição. Sem ser muito conhecedora de arte e da obra de Salvador Dalí, consegui perceber, no primeiro segundo em que olhei para as peças que aqui mostro, quem era o seu autor. Mas, diga-se a verdade, não teria conseguido perceber de quem eram, se Dalí não tivesse deixado a sua inconfundível marca e identidade nas suas peças. Não há movimento como o surrealismo; não há surrealismo como o de Dalí. E que pena que eu tenho de não poder vir a conhecer pessoalmente um pouco da sua dose de loucura!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cultura - A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa - Segunda parte: Séculos XIX-XX (1840 - 1955)

Que desleixo da minha parte ter ido a esta exposição na Gulbenkian e nem a ter recomendado aqui. Pois então faço-o agora, com algumas semanas de atraso, mas faço-o! Quem visitar esta exposição (têm até Janeiro para o fazer) poderá ver diversas obras de artistas europeus, incluindo artistas portugueses, com nomes bastante conhecidos: Picasso, Dalí, Monet, Manet, Cézanne, Van Gogh, Gauguin, Matisse, Magritte, entre outros. Vale muito a pena, principalmente porque muitos dos quadros têm pormenores lindos, como parecer que os objectos representados saltam da tela para a realidade, ou que os tecidos pintados têm de facto textura de tecido. A única coisa que lamento é não haver mais obras de Salvador Dalí, o pintor que eu venero tanto quanto é possível a uma pessoa pouco entendida em arte. Mas mais vale ver poucos do que nenhuns e a exposição oferece muita variedade de pintores e muitos obras dignas de serem apreciadas! E não posso deixar de elogiar a parte da fotografia, que, embora pequenina, é muito bonita de se ver! O meu último comentário acerca da exposição só pode ser: se pudesse, tinha trazido umas quantas peças para casa, para poder olhar para elas quando quisesse e durante o tempo que quisesse!