Ou The Nightmare Before Christmas, que foi como sempre conheci o filme. Vi-o hoje, pela primeira vez, para grande orgulho de uma amiga (aposto), que é super-fã deste e de outros do Tim Burton. Pobre Jack, que não tinha senão boas intenções e elas de pouco lhe valeram. Cada macaco no seu galho: Jack, tu pertences ao Hallowe'en e o Pai Natal (Santa Claus ou Sandy Claws) pertence ao Natal. O Papão... pertence à terra, uma vez que não passava de um aglomerado de vermes e minhocas.
Fica, aqui, uma Sally que viveu triste, mas não para sempre.
No fim-de-semana passado fiz greve de higiene e trabalhos árduos, sendo que por trabalhos árduos se entende tudo o k implique fazer mais do que carregar nos botões do comando e estar fora da cama. Senti-me adoentada e, então, passei o sábado e o domingo em pijama, sem tomar banho, a ver televisão, enquanto a chuva batia na janela... Uma mistura de poesia com badalhoquice. E isto para justificar o facto de não ter falado mais cedo do filme que vi na sexta-feira à tarde, no cinema.
O Sítio das Coisas Selvagens é sobre um menino, Max, que vive com a mãe e a irmã e que, após um pequeno acto de rebeldia - um claro pedido de atenção - e uma zanga com a mãe, foge para um mundo situado na sua imaginação, onde criaturas enormes e monstruosas revelam ser possuidoras das qualidades e dos defeitos do próprio Max. A missão dele será, então, fazer com que todas as criaturas consigam viver em harmonia, porque isso significará, na realidade, o seu equilíbrio emocional. Recomenda-se a todos aqueles que nalgum momento se sentiram incompreendidos, sozinhos, sem amigos ou que simplesmente não se enquadravam naquilo que deveria ser o seu lar.